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«a rose / By any other name»

10 de Fevereiro de 2010

capa de o nome da rosa, de Umberto Eco

E tudo quanto vi mais tarde na abadia (e de que falarei depois) fez-me pensar que muitas vezes são os inquisidores que criam os hereges. (p. 50)

ECO, Umberto
1980, Il nome della rosa; ed. ut.: O Nome da Rosa, Lisboa, Público, 2002.

Pergunto-me: é preciso acrescentar mais alguma coisa?

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One comment

  1. […] Livros [s]em Critério Crítica literária quanto – e quando – possível. « Pedro salvando Inês «a rose / By any other name» #4 13 13UTC Fevereiro 13UTC 2010 Dois momentos brilhantes, um pela sua comicidade, outra pelo seu realismo cruel: quando os monges tentam chegar a acordo sobre a pobreza de Cristo, a discussão exalta-se de tal modo que desatam ao soco; a manipulação da linguagem pelo inquisidor e o terror inspirado no acusado pela tortura combinaram para que se encontrasse uma confissão que satisfizesse os juízes – ser falsa ou verdadeira, é questão de perspectiva (vide a citação anterior). […]



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