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«a rose / By any other name» #6

17 de Fevereiro de 2010

Nunca duvidei da verdade dos signos, Adso, são a única coisa que o homem dispõe para se orientar no mundo. (p. 465)

ECO, Umberto
1980, Il nome della rosa; ed. ut.: O Nome da Rosa, Lisboa, Público, 2002.

Elogio da indecisão: se o signo é a única coisa que guia o homem, e se o signo é sempre referencial, como é que o homem não há-de estar permanentemente perdido? O desfecho de O Nome da Rosa não é surpreendente, nem teria muito a ganhar com isso. É antes uma homenagem à aleatoriedade. Eco subverteu o código [do género policial] que guiou grande parte do romance, sem o subverter. Brilhante.

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