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Da glorificação vermelha

19 de Fevereiro de 2010

Ontem estive no TNSJ a ver A Mãe, de Bertolt Brecht, encenada por Joaquim Benite. Confesso, a encenação deixou-me desiludido (se a comparar, por exemplo, com Tambores na Noite, encenada por Nuno Carinhas) mas a interpretação de Teresa Gafeira arrebatou-me. Ela foi, de facto, «a mãe». Para além do personagem óbvio, é de notar a transformação de Pavlov que, inegavelmente, troca de posições com a sua mãe, antes de morrer. Francamente contraditório, e também por isso interessantíssimo, era Nicolai, o professor, que representava a intelectualidade que temia e se apaixonava pelo movimento. «Como se escreve operário? E Luta de Classes»?

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