Archive for the ‘Bibliofilia’ Category

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Feira do Livro do Porto #3

20 de Junho de 2010

Poesia Maneirista, AA. VV.

Os Passos em Volta, Herberto Helder.

Anna Karénina, Lev Tolstoi.

Concepts of Criticism, René Wellek.

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Feira do Livro do Porto #2

20 de Junho de 2010

Elogio da Intolerância, Slavoj Žižek.

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Feira do Livro do Porto #1

6 de Junho de 2010

Saldo:

Os Lusíadas, Luiz de Camões, ed. António José Saraiva, Figueirinhas. 33€ (preço original 110€)

Decameron, Boccaccio, Círculo de Leitores. 5€ (usado)

Sobre Literatura e Cultura Britânicas, Jorge de Sena, Relógio d’Água, 5€ (manuseado, preço original 17.50€)

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Com 19 euros apenas, compra-se

16 de Maio de 2010

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Sinais de Fogo

4 de Maio de 2010

Não consegui resistir. Não queria comprá-lo já — o dinheiro não abunda — mas não consegui resistir. Na minha incapacidade de regateio, ainda tentei um «e não há hipótese de me fazer a cinco euros?». A resposta veio rápida: «Cinco euros? É Jorge de Sena!». Pensei: «Com esta calaste-me», paguei o que me pediam, trouxe o livro comigo. E mesmo sabendo que não tenho tempo nenhum para ler, acho que não vou resistir a começá-lo hoje mesmo.

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Da velha biblioteca

9 de Julho de 2009

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Hoje foi dia de ir aos arquivos paternais ver que tesouros lá me esperavam. Trouxe uns quantos volumes de Eça, uns quantos de Camilo, e mais uns quantos autores familiares. Não esperava encontrar nenhuma primeira edição valiosa, mas também não esperava encontrar estes dois meninos.

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À esquerda temos um exemplar de Estrada de Santiago, de Aquilino Ribeiro, sem data (mas certamente pós-1945) da Bertrand, em extraordinário bom estado, considerando que estava guardado em péssimas condições.

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À direita, uma edição de bolso da Livraria Lello de O Primo Bazílio, de Eça de Queirós, datada de 1944.

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Enfim, não serão exactamente tesouros, mas são dois exemplares que já trazem em si o pó dos anos e dos livros.

Esta busca pela biblioteca do meu pai foi curiosa. Ele foi um homem capaz de ler Flaubert e, ao mesmo tempo, Konsalik. Vi, nos seus livros velhos, um leitor ávido a quem nunca foi permitido, por todas as dificuldades económicas e culturais do seu tempo, formar-se completamente. Devo-lhe a ele o meu gosto pela literatura. E agora, umas dezenas de exemplares também.