O Francisco Saraiva Fino desafiou-me aqui a pensar e escrever o fenómeno crítico. Não resisti a aceitar o desafio. FSF tem vindo a publicar as premissas (1;2;3;4) que eu, a tempo, questionarei, revolverei, explorarei, com as quais concordarei ou discordarei e que servirão de catalisador para o meu (?) pensamento. Deste diálogo (a três quatro dez vinte, comigo, FSF e com todos os que pela sua voz se pronunciarem) espero — esperamos, tenho a certeza — que resulte uma reflexão séria, coerente e relevante. Agradeço-lhe, profundamente, o desafio (pesado, pesadíssimo) que colocou nos meus ombros, farei o meu melhor para corresponder às expectativas — ainda que sinta que este exercício me fará reflectir mais a minha própria posição do que analisar a dos outros.
A primeira parte seguir-se-á nos próximos dias.
