Posts Tagged ‘Francisco’

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Tinha Paixão? – primeira sessão

18 de Abril de 2011

Sobre Ondjaki e Caio Fernando Abreu falam Francisco Topa e Patrícia Lino. Inês Evangelista Marques lê Caio Fernando Abreu. No Palacete dos Viscondes de Balsemão, às 18h30. A não perder.

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Pequeno reenvio

16 de Maio de 2010

Tenho estado à conversa com Francisco Saraiva Fino nos comentários deste post sobre o papel da crítica. Passem por lá, passem.

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De novo um toldo vermelho

9 de Abril de 2010

Agora Francisco Vale, editor da Relógio D’Água, examina a leitura da crítica sobre o polémico livro de Joaquim Manuel Magalhães, Um Toldo Vermelho. Limito-me a apontar. Mais nada. Não sou homem de entrar em polémicas.

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Toda a gente critica a crítica

5 de Agosto de 2009

Toda a gente tem uma opinião sobre a crítica literária mesmo que não tenha opinião sobre literatura, e toda a gente tem uma opinião sobre crítica de música mesmo que não tenha uma opinião sobre música […]. A todos eles recomendo que leiam a crítica onde Anthony Burgess escreveu aquela pérola, «nunca leio um livro sem primeiro o criticar, para depois não dizerem que tenho preconceitos».

– Francisco José Viegas, in A Origem das Espécies

Escreveu isto o Francisco José Viegas a propósito do caso João Bonifácio. Não vou falar sobre este caso em particular, perdi a oportunidade, sobre ele já se escreveram centenas de linhas e a minha posição em nada difere da maioria delas. Aproveito só este fragmento do FJV pela sua universalidade e intemporalidade.

A opinião geral da população é: os críticos são párias da sociedade artística. Sanguessugas. Artistas falhados, raivosos, invejosos. Ampolas de veneno sem fundo. Dizem mal de todos, menos dos amigos. Como em muitas outras coisas, há verdade nesta opinião. Como tantas outras, esta generalização é errada.

É impossível, à crítica, a imparcialidade que tantas vezes se lhe pede. De todos os estudos artísticos, a crítica é o mais subjectivo e o mais sujeito a erro, o que faz com que o seu exercício seja o mais inglório. E, simultaneamente, aliciante.

Crítica não é sinónimo de opinião. Opinião é dizer: gosto deste livro, não gosto daquele. Crítica é dizer: este livro é bom, aquele é um atentado. Claro, seria ingénuo não reconhecer que a opinião tem influência na crítica, é parte da sua componente subjectiva, mas é redutor assumir que a crítica é apenas opinião.

Toda a gente está autorizada a discursar sobre a crítica, a crítica é que não pode falar sobre nada (estranho caso, impedi-la da sua função). Ninguém lhe acha importância quando é má, colam-na nas contracapas dos livros quando é laudatória. Na minha curta, curtíssima, carreira (se assim tiverem a bondade de chamar), já tive oportunidade de o comprovar. Um autor, meu conhecido, após ler uma breve nota crítica que dediquei ao seu primeiro livro, declarou que não escrevia para críticos – está bom de ver qual o conteúdo da minha resenha.

Em resumo: os críticos são criaturas vis; excepto quando falam bem dos que gostamos.

Assunto a desenvolver mais tarde.

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Ainda sobre as exclamações e os respectivos pontos

28 de Julho de 2009

exclamacao

O Pedro Vieira ilustrou, como só ele sabe, a questão do ponto de exclamação. Em adenda ao post onde declarei o meu apoio, deixo a ligação para a posição do Francisco José Viegas.

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Sobre a Tradução

16 de Julho de 2009

Francisco Vale (assumo que seja ele, a maioria dos seus textos vêm assinados, este não) reflecte sobre a tradução literária em Portugal. A consultar aqui.

Se ainda não segue o blog da Relógio D’Água, ainda que não seja fã do catálogo, é imperativo que o faça pelas lúcidas considerações do editor. Imperdíveis.