Posts Tagged ‘joyce’

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Tenho uma confissão a fazer

8 de Fevereiro de 2010

Deixei o Ulysses a meio. Na página 574 de 933, para ser exacto. Segredei-lhe: deixa vir o verão que tu vais ver.

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Reading Ulysses

15 de Outubro de 2009

The Oxen of the Sun: Um dos mais difíceis capítulos que alguma vez li. Em resumo: one bad-ass chapter.

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Reading Ulysses [on pause]

8 de Outubro de 2009

Hoje não li Ulysses. O pouco tempo que tive livre, estive a trabalhar sobre Sylvia Plath. Amanhã há mais.

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Reading Ulysses

8 de Outubro de 2009

Curioso: Gerty MacDowell olhava para Bloom e via nele o esposo perfeito – que Bloom não é –  para o casamento perfeito – que Bloom não tem; por outro lado, Bloom, qual Ulisses, olhava para Gerty, qual Nausicaa, e não via pureza, virtude, virgindade, mas sim desejo e luxúria – masturbava-se.

(E o relógio que parou na hora em que Molly traiu Bloom?)

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Reading Ulysses

7 de Outubro de 2009

A partir das 23h, a noite é sempre Joyceana.

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Reading Ulysses

3 de Outubro de 2009

One born every second somewhere. Other dying every second. Since I fed the birds five minutes. Three hundred kicked the bucket. Other three hundred born, washing the blood off, all are washed in the blood of the lamb, bawling maaaaaa.

JOYCE, James
1922 Ulysses; ed. ut.: [s/d], London, Penguin, 2000 [reimpressão], 208.
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Reading Ulysses (ou os livros que perturbam o sono)

3 de Outubro de 2009

Ontem sonhei que adoptava um gato a que chamava James Joyce. Hoje, discutia com alguém a necessidade de uma standardização Joyceana.

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reading Ulysses

1 de Outubro de 2009

*Os funerais divertem Bloom: imagina o caixão a saltar da carruagem e a cuspir o corpo do morto para o paralelo; imagina um enterro de um corpo ainda vivo a morrer asfixiado no caixão; imagina o espaço que se pouparia se se enterrassem os corpos na vertical, ponderando, no entanto, o horror de algum deles decidir espreitar para fora da terra. Repenso: divertem não é o termo exacto. Ou melhor, divertem as in despertam-lhe a curiosidade. Homem curioso, este Bloom. Questiona-se quem é o sujeito de Mackintosh. Questiona-se, repentinamente, como seria se todos trocassem de corpos. E educado? Como explicar a impenetrabilidade da sua feição quando alguém condena o suicídio perto dele: “His father poisoned himself, Martin Cunningham whispered” (pág. 127). Conclusão: é preciso enterrar os mortos. Crusoe tinha razão. Afinal todos os Sextas-Feiras enterram as Quintas-feiras.

JOYCE, James
1922 Ulysses; ed. ut.: [s/d], London, Penguin, 2000 [reimpressão], 139.

*Leitura Luís Mourão (ambos – a leitura e o Luís Mourão – bastante admirados).

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reading Ulysses

1 de Outubro de 2009

If we were all suddenly somebody else.

JOYCE, James
1922 Ulysses; ed. ut.: [s/d], London, Penguin, 2000 [reimpressão], 139.
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A medo, comecei a ler o Ulysses

1 de Outubro de 2009

E não imagino lê-lo noutra língua. Notem bem:

Look clock. Must get. Fermé. Hired dog! Shoot him to bloody bits with a bang shotgun, bits man spattered walls all brass buttons. Bits all khrrrrklak in place clack back. Not hurt? O, that’s all right. Shake hands. See what I meant, see? O, that’s all right. Shake a shake. O, that’s all only all right.

JOYCE, James
1922 Ulysses; ed. ut.: [s/d], London, Penguin, 2000 [reimpressão], 52.
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Dúvida

16 de Setembro de 2009

Não sei se vou mesmo conseguir ler ou se só vai servir para aumentar a biblioteca. Quem já leu o Ulysses em inglês, que atire a primeira pedra.

and Yes I said yes I will Yes.

JOYCE, James
1922 Ulysses; ed. ut.: [s/d], London, Penguin, 2000 [reimpressão], 933.

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Crises de um leitor compulsivo #3

16 de Setembro de 2009

Chegou-me hoje à caixa do correio uma das maiores (maiores as in greatness) obras da literatura moderna. Custou-me oito euros e vejo que agora está ainda mais barata. Oito euros por quase mil páginas de texto, reconhecidamente excelente texto. Ocorre-me: quanto vai custar a edição portuguesa de 2666, de Roberto Bolaño?

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dúvida meio existencial, meio editorial

23 de Junho de 2009

O que responderia eu a Joyce se fosse Mr. Edward Arnold?

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editar é um trabalho ingrato

22 de Junho de 2009

Se Mr. Edward Arnold fosse vivo, suicidava-se.

recusa

Via Senhor Palomar.

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livros para todo o ano #2

20 de Junho de 2009

A Portrait of the Artist as a Young Man, James Joyce

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