Posts Tagged ‘Livraria’

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Tinha Paixão? – quarta sessão

9 de Maio de 2011

Não será surpresa para ninguém que esta sessão do ciclo Tinha Paixão? me é particularmente querida: será a minha vez de falar, sobre Ana Cristina César, ainda para mais na fantástica Livraria Lello. Comigo estará Felizardo Bouene que falará de João Dias e Odete Môsso que lerá Ana Cristina César. Não faltem. Às 18h30, no próximo dia 11.

Até lá.

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Tinha Paixão? – terceira sessão

4 de Maio de 2011

Sobre Campos e Oliveira e Clarice Lispector falam Pedro Lopes Almeida e Joana Matos Frias. José Caldas lê Clarice Lispector. Mais logo, na Livraria Leitura, às 18h30. A não perder.

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Tinha Paixão? – segunda sessão

26 de Abril de 2011

Sobre o teatro em Cabo Verde e Nelson Rodrigues falam Flávio Hamilton e Alexandra Moreira da Silva. Luiz Carlos de Jesuz e Franklin Albuquerque lêem Nelson Rodrigues. Na Livraria Index, às 18h30. A não perder.

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Não sabia que a Poetria tinha blog

19 de Outubro de 2009

Mas tem, aqui. E também tem twitter, aqui. É visitar, seguir e comprar (na Poetria, claro).

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The Book Depository

4 de Setembro de 2009

The Book Depository

É, provavelmente, a melhor livraria on-line. Por três razões fulcrais: o preço base dos livros (comprei o teatro e a poesia completa de Eliot por menos de 12€); a rapidez e segurança do transporte (normalmente três ou quatro dias úteis após pagamento, por Royal Mail); e – talvez o ponto mais importante – sem despesas de envio.

Our aim is to make “All books available to All” and we know you have the choice, so we make it as easy as possible for you to order and obtain books quickly and efficiently

Até agora, não podia estar mais contente com o The Book Depository. Hipérbole à parte, é excelente.

O primeiro a dar-me a conhecer o The Book Depository foi o V. Obrigado pá!

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Da velha biblioteca

9 de Julho de 2009

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Hoje foi dia de ir aos arquivos paternais ver que tesouros lá me esperavam. Trouxe uns quantos volumes de Eça, uns quantos de Camilo, e mais uns quantos autores familiares. Não esperava encontrar nenhuma primeira edição valiosa, mas também não esperava encontrar estes dois meninos.

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À esquerda temos um exemplar de Estrada de Santiago, de Aquilino Ribeiro, sem data (mas certamente pós-1945) da Bertrand, em extraordinário bom estado, considerando que estava guardado em péssimas condições.

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À direita, uma edição de bolso da Livraria Lello de O Primo Bazílio, de Eça de Queirós, datada de 1944.

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Enfim, não serão exactamente tesouros, mas são dois exemplares que já trazem em si o pó dos anos e dos livros.

Esta busca pela biblioteca do meu pai foi curiosa. Ele foi um homem capaz de ler Flaubert e, ao mesmo tempo, Konsalik. Vi, nos seus livros velhos, um leitor ávido a quem nunca foi permitido, por todas as dificuldades económicas e culturais do seu tempo, formar-se completamente. Devo-lhe a ele o meu gosto pela literatura. E agora, umas dezenas de exemplares também.