Posts Tagged ‘pedro’

h1

Tinha Paixão? – última sessão

24 de Maio de 2011

Sobre Raduan Nassar e Pepetela falam Pedro Eiras e Ana Catarina Marques. Amanhã, no Breyner85, às 18h30. A não perder.

Anúncios
h1

Tinha Paixão? – terceira sessão

4 de Maio de 2011

Sobre Campos e Oliveira e Clarice Lispector falam Pedro Lopes Almeida e Joana Matos Frias. José Caldas lê Clarice Lispector. Mais logo, na Livraria Leitura, às 18h30. A não perder.

h1

Escrita para Teatro

18 de Abril de 2011

h1

Apresentação de Tentações, de Pedro Eiras

20 de Abril de 2010

Eu e Pedro Eiras, Fnac de Santa Catarina.

Foto de Pedro Ferreira


Também no blog da Deriva.

h1

Dia 14 de Abril, às 18h00

12 de Abril de 2010

Vou estar na Fnac de Santa Catarina a apresentar Tentações. Ensaio sobre Sade e Raul Brandão de Pedro Eiras. Apareçam por lá, serão muito bem recebidos.

h1

Prometo que é a última vez que falo do IJUP

15 de Fevereiro de 2010

Só queria lembrar que na quinta-feira, 18 de Fevereiro, não vou ser o único a falar. No mesmo dia e sessão que eu vai estar a minha querida amiga Inês Evangelista Marques, com a comunicação «Espelhos de mulheres: a imagem feminina nas cantigas de escárnio e maldizer de Joan de Guilhade». Um trabalho muito mais rigoroso e interessante que o meu, como facilmente confirmam. Também no dia anterior, 17 de Fevereiro pelas 14.30, o meu bravo companheiro Pedro Lopes Almeida vai apresentar uma comunicação intitulada «Presenças Ausentes: Belmonte, o esquecimento partilhado como tradução e narrativa», a não perder. O programa completo pode ser consultado aqui (p. 2 para as sessões de Filosofia de dia 17, p. 7 para as sessões de Literatura de dia 18).

h1

Pedro salvando Inês

13 de Fevereiro de 2010

Pedro foi, em simultâneo, carrasco e salvador de Inês. Deixo de lado os encantamentos macabros da história. Pedro podia ter salvo Inês da morte: pelo clima político, podia adivinhar o destino que Afonso IV preparava. Alguns diriam que, se realmente a amasse, Pedro a teria deixado viver. Consideram assim que o Príncipe não tinha mais que uma doentia paixão carnal pela dama espanhola e que, mais tarde, se tornou obsessão e psicose. Por outro lado há os que acreditam na ingenuidade de Pedro. E há um terceiro grupo que sugere que Pedro não foi ingénuo e que, dando-lhe a morte, salvou Inês na imortalidade. De facto, quantas amantes de reis portugueses sobreviveram ao tempo na boca do povo? Três hipóteses, todas com o seu quê de romântico (a loucura, a inocência, a imortalidade). A fusão das três narrativas resulta em algo de brilhante: a salvação de Inês do limbo do esquecimento e a tentativa eterna da redenção de Pedro.

Suscitado por isto.