Posts Tagged ‘Teatro’

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Tinha Paixão? – segunda sessão

26 de Abril de 2011

Sobre o teatro em Cabo Verde e Nelson Rodrigues falam Flávio Hamilton e Alexandra Moreira da Silva. Luiz Carlos de Jesuz e Franklin Albuquerque lêem Nelson Rodrigues. Na Livraria Index, às 18h30. A não perder.

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Escrita para Teatro

18 de Abril de 2011

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A não perder

12 de Janeiro de 2011

Apresentação de Poemas com Cinema

 

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Antígona, TNSJ

18 de Abril de 2010

Saí da sala decepcionado. Então, o que achaste da Antígona[personagem]? Não foi brilhante. Disse ‘não foi brilhante’ como quem diz não gostei — eufemismo. Mas, horas passadas, a Antígona cresceu em mim: agora a resposta seria a mesma, mas como quem diz que não foi absolutamente perfeita — e essa ligeira imperfeição é que me agradou. É preciso saber que Antígona não é uma heroína, como Creonte não é um tirano; estando em lados opostos, nenhum dos dois está do lado certo (o que é o lado certo?). Uma Antígona perfeita lutaria com os pulmões na garganta para enterrar o seu irmão. A Antígona que Nuno Carinhas construiu em Maria do Céu Ribeiro encarna uma revolta submissa: a força que a leitura imediata esperaria encontrar é substituída por uma certa inquietação em cada palavra. Esperava força em Antígona, encontrei conflito — desobedecer a uma ordem dos homens para obedecer a uma ordem dos deuses não é exactamente revolução. Ainda bem que a Antígona não foi brilhante; gosto mais dela assim.

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Quintas de Leitura #100

23 de Fevereiro de 2010

É nesta quinta-feira. Como não podia deixar de ser. No Teatro do Campo Alegre. Com a apresentação das belíssimas Adriana Faria e Teresa Coutinho. Com muita poesia. Com muita arte. Construída pelo João Gesta. Leica Virgem. A não perder. http://quintasdeleitura.blogspot.com/

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Da glorificação vermelha

19 de Fevereiro de 2010

Ontem estive no TNSJ a ver A Mãe, de Bertolt Brecht, encenada por Joaquim Benite. Confesso, a encenação deixou-me desiludido (se a comparar, por exemplo, com Tambores na Noite, encenada por Nuno Carinhas) mas a interpretação de Teresa Gafeira arrebatou-me. Ela foi, de facto, «a mãe». Para além do personagem óbvio, é de notar a transformação de Pavlov que, inegavelmente, troca de posições com a sua mãe, antes de morrer. Francamente contraditório, e também por isso interessantíssimo, era Nicolai, o professor, que representava a intelectualidade que temia e se apaixonava pelo movimento. «Como se escreve operário? E Luta de Classes»?

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Tomorrow, and tomorrow, and tomorrow

8 de Fevereiro de 2010