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Tinha Paixão? – última sessão

24 de Maio de 2011

Sobre Raduan Nassar e Pepetela falam Pedro Eiras e Ana Catarina Marques. Amanhã, no Breyner85, às 18h30. A não perder.

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Que há-de um leitor fazer? Ou como a APEL vai matar as livrarias

17 de Maio de 2011

(cf. este post de Jaime Bulhosa)

Um leitor confessa-se: compro na Feira do Livro, guardo os livros mais caros para comprar na feira, dificilmente compro algum livro nos dias imediatamente anteriores à feira. Não há como negá-lo, para um orçamento limitado, a feira do livro é uma benção. Em que outro sítio conseguiria comprar a edição de capa dura de Anna Karénina da Relógio D’Água por 20 euros?

Da mesma maneira que, para livros fáceis de encontrar, prefiro as grandes livrarias, como a Bertrand, que me podem dar descontos de 10%, ou mais, em alguns dias. Não me envergonho disso, o consumidor tem o direito de procurar o negócio mais vantajoso.

Mas Jaime Bulhosa tem toda a razão: as livrarias independentes sofrem com a Feira, bastante. Uma associação livreira que não protege os livreiros não tem lugar. Isto preocupa-me. A cada edição, a feira torna-se mais monopolizada pelos grandes grupos. Primeiro a Praça Leya, o ano passado somava-se-lhe a da Porto Editora, este ano, pelo que percebo, a Babel também terá direito a destaque. Os stands destes grupos são despidos de fundos de catálogo, e mesmo o desconto, que se esperava elevado, raramente passa dos 20%, mesmo para os livros que legalmente poderiam ter descontos superiores (com as excepções dos livros do dia).  São pouquíssimas as editoras que disponibilizam livros manuseados a preço reduzido (a Relógio D’Água, por exemplo). A Feira do Livro ainda tem coisas boas, mas parece-me que cada vez mais se está a transformar numa gigantesca campanha de marketing, ou numa daquelas estantes que a Fnac vende para exposição de livros. É que não são só as pequenas livrarias que são prejudicadas por este cenário: não tardará o leitor a pagar o preço da monopolização.

No ano passado, enquanto editor de cultura do JUP, publiquei um artigo sobre esta questão, da autoria de Igor Gonçalves. Podem lê-lo aqui (pp. 22-23).

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Tinha Paixão – quinta sessão

17 de Maio de 2011

Sobre José Craveirinha e Hilda Hilst falam Maria de Lurdes Sampaio e Inês Castro e Silva. José Caldas lê Clarice Lispector. Amanhã, no No Feminino Com, às 18h30. A não perder.

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Tinha Paixão? – quarta sessão

9 de Maio de 2011

Não será surpresa para ninguém que esta sessão do ciclo Tinha Paixão? me é particularmente querida: será a minha vez de falar, sobre Ana Cristina César, ainda para mais na fantástica Livraria Lello. Comigo estará Felizardo Bouene que falará de João Dias e Odete Môsso que lerá Ana Cristina César. Não faltem. Às 18h30, no próximo dia 11.

Até lá.

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Tinha Paixão? – terceira sessão

4 de Maio de 2011

Sobre Campos e Oliveira e Clarice Lispector falam Pedro Lopes Almeida e Joana Matos Frias. José Caldas lê Clarice Lispector. Mais logo, na Livraria Leitura, às 18h30. A não perder.

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Tinha Paixão? – segunda sessão

26 de Abril de 2011

Sobre o teatro em Cabo Verde e Nelson Rodrigues falam Flávio Hamilton e Alexandra Moreira da Silva. Luiz Carlos de Jesuz e Franklin Albuquerque lêem Nelson Rodrigues. Na Livraria Index, às 18h30. A não perder.

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Tinha Paixão? – primeira sessão

18 de Abril de 2011

Sobre Ondjaki e Caio Fernando Abreu falam Francisco Topa e Patrícia Lino. Inês Evangelista Marques lê Caio Fernando Abreu. No Palacete dos Viscondes de Balsemão, às 18h30. A não perder.